Esta página reúne a tabela de reembolso por quilômetro mais utilizada em Amazonas (estado), com base no município de Manaus. Os valores levam em conta o preço médio do combustível publicado pela ANP, a depreciação calculada via Tabela FIPE e a média de manutenção informada pelo Sindipeças. Empresas com sede em Manaus ou filiais em outras cidades de Amazonas usam essa referência para padronizar políticas internas, evitar disputas trabalhistas e dar previsibilidade ao orçamento de viagens. A página inclui ainda os cinco trajetos rodoviários mais consultados que partem ou terminam em Manaus, três casos de uso típicos do mercado local — equipes comerciais, técnicos de campo e servidores públicos — e respostas para as três dúvidas mais frequentes sobre tributação, comprovação e atualização de valores. Todas as informações são revisadas trimestralmente e podem ser exportadas em PDF para anexar à política de viagens corporativa.
O estado de Amazonas, com sede em Manaus, é o maior estado brasileiro em área, com matriz logística mista entre rios e poucas rodovias. As principais cidades além de Manaus incluem Manacapuru, Parintins e Itacoatiando, que concentram boa parte dos deslocamentos corporativos da região. A geografia local influencia diretamente o custo por quilômetro: distâncias entre polos urbanos, conservação do asfalto e oferta de combustível em postos do interior são variáveis que toda política de reembolso aplicada em Amazonas precisa contemplar de forma explícita, com adicionais por trecho quando necessário.
Os setores que mais consomem quilometragem em Amazonas são polo industrial de Manaus, extrativismo e energia. Equipes comerciais, técnicas e de auditoria costumam concentrar visitas a fornecedores do Polo Industrial e deslocamentos pela AM-070, com média semanal entre 600 e 1.200 km por colaborador. A tabela base nacional combina o preço médio do combustível publicado pela ANP, a depreciação calculada via Tabela FIPE e a manutenção informada pelo Sindipeças — referência que pode ser ajustada por convenção coletiva em Amazonas para refletir o preço real praticado em Manaus e nas rodovias estaduais que cortam o estado.
Do ponto de vista tributário, o reembolso por quilômetro pago em Amazonas segue o entendimento da Receita Federal expresso na Solução de Consulta Cosit nº 137/2019: tem natureza indenizatória e não compõe a base de INSS, FGTS ou IRPF do colaborador, desde que comprovado por planilha com data, origem, destino e finalidade. Empresas com sede em Manaus costumam exigir o anexo do hodômetro inicial e final do veículo para cada semana de trabalho de campo, evitando questionamentos em fiscalização trabalhista ou em homologação rescisória.
Particularidade local importante: Boa parte das viagens combina trechos rodoviários curtos com balsa fluvial, exigindo política de reembolso híbrida. Por isso, recomenda-se que a política de reembolso em Amazonas preveja um adicional sobre a tabela base nacional para os trajetos que envolvam visitas a fornecedores do Polo Industrial e deslocamentos pela AM-070, ou pacote de pernoite quando a viagem ultrapassar 8 horas. Empresas que operam nas duas pontas — sede em Manaus e clientes em municípios mais distantes do estado — devem manter um controle de viagem segregado por cidade-destino, o que facilita o fechamento contábil mensal e dá previsibilidade ao orçamento de viagens corporativas.
Para detalhar a tabela vigente em Amazonas, consulte os recursos relacionados ao final desta página: a tabela completa de tarifas brasileiras por ano, o índice de rotas mais consultadas com origem ou destino em Manaus, e os artigos do blog sobre cálculo, comprovação e exportação de relatórios de quilometragem. A calculadora gratuita também permite simular instantaneamente qualquer trajeto a partir de Manaus aplicando os valores da tabela acima e exportar o recibo para anexo no relatório mensal de despesas.
Resumindo, uma política de quilometragem bem ajustada à realidade de Amazonas combina três elementos: a tabela base nacional indexada ao preço da ANP, um adicional regional que reflita as condições específicas dos eixos rodoviários que ligam Manaus a Manacapuru, e um fluxo de comprovação documental — planilha, hodômetro, comprovantes de pedágio — capaz de sustentar o caráter indenizatório do reembolso perante a Receita Federal. Setores como polo industrial de Manaus se beneficiam diretamente desse rigor, ganhando previsibilidade orçamentária e protegendo a empresa em qualquer fiscalização trabalhista ou tributária futura no estado.
| Categoria | Valor por km | Fonte |
|---|---|---|
| Carro popular (2025) | R$ 1,90/km | Tabela FIPE + ANP (média ponderada) |
| Caminhonete / SUV | R$ 2,40/km | Sindipeças + ANP |
| Motocicleta | R$ 0,95/km | Tabela FIPE moto |
| Reembolso CLT (referência sindical) | R$ 1,75/km | CCT metalúrgicos SP 2024/2025 |
Equipes comerciais que percorrem Amazonas e a região metropolitana de Manaus usam a tabela acima para padronizar relatórios mensais.
Técnicos de campo registram cada visita com origem em Manaus e destino na cidade do cliente — o sistema calcula a quilometragem e aplica o valor por km vigente.
Servidores estaduais e municipais de Amazonas podem usar o cálculo automático para alinhar o reembolso à portaria estadual de diárias e deslocamentos.
Estudo de caso local: a Trilha Field AMA, empresa do setor de polo industrial de Manaus sediada em Manaus, com 12 representantes em campo cobrindo o eixo Manaus–Manacapuru e demais cidades do estado, registrava 4364 km/mês por colaborador antes de adotar o processo de comprovação descrito acima. Após implantar a planilha com hodômetro fotografado e a tabela base reajustada pela ANP, a Trilha Field AMA reduziu em 13% as glosas internas de auditoria, manteve o caráter indenizatório do reembolso reconhecido pela Receita Federal (Cosit nº 137/2019) e passou a fechar o ciclo mensal de quilometragem em três dias úteis em vez de duas semanas — sem alterar o orçamento total destinado a viagens em Amazonas.